06 agosto, 2007
08 julho, 2007

Lembranças da escola!
Chegamos naquele espaço especial que era nossa escola ainda éramos adolescentes, com sonhos, descobertas, e, principalmente cada um se identificando com seus pares, suas turminhas, seus grupos (grupos estes que mais tarde foram criando alianças fortes). Dali nasceram amizades eternas, que nem o tempo nem a distância pode separar.
E depois de dez anos, olhar para trás e ver o tanto que percorremos, o tanto que buscamos, que lutamos...Será que nossos sonhos e ideais foram alcançados? Para alguns ainda continuam na luta, para outros, muitos destes já foram alcançados mais ainda estão na busca de novos sonhos, mesmo porque não podemos parar.
E nesse “não parar”, no corre-corre da vida, de ir para faculdade-trabalho-faculdade, de alguns já terem passado pelo stress e corre-corre da graduação, de ter percorrido o caminho do mestrado e agora tentando alçar novas conquista, ou seja, de cada um trilhar seu lindo caminho, fomos nos separando.
Paramos e nos deparamos que “dez” anos se passaram. E agora o que fazer para rever, para relembrar, para dar boas gargalhadas? E foi justamente isso que fizemos no ultimo dia 07/07/07! Reencontramos a galera do terceiro ano de 1997 do Cesca (Centro de Educação Santana do Cabula). Aliás terceiro ano de 97 não! Terceiro ano da Rússia!!!
Como foi bom relembrar, ver nossas fotos, nossas caras de “meninos e meninas”. Nossos passeios de finais de semana e feriados (aqui vale registrar a ida em Arembepe na casa de Macaco – Leonardo). Ihh! Rimos e lembramos da trágica queda que alguns tiveram lá no quebra-mar... E aí batizamos que conhecemos toda Arembepe (do quebra mar as aldeias Hippies) E a moda? Naquela época tudo aquilo que usávamos era muito lindo! Hoje? Rimos e achávamos “ridículo”.
Tive a oportunidade de vislumbrar um tarde de magia! Foi muito bom encontrar cada um de vocês! De gargalhada em gargalhada, de conversa em conversa, de ver a curiosidade em saber o que o outro está fazendo, a tarde passou em um piscar de olhos, tão como se passou dez anos.
Podemos saber que daquele grupo apenas Fofa e Rosana tinham se casado, aliás faltou nosso querido Guaraná com suas histórias de tantos casamentos (risos...). E formados? Fofa, Daniel, Rosana, Emanuela (agora com o mestrado), Mirella, Daniel, Bruninho, Maria e tantos mais.... Na luta pela formação : Sule e Lenilda...
Ah! Não posso deixar de falar dos mestres. Do nosso querido Caribe! O tempo passou para vc também querido! Ao rever as fotos sentiu logo falta dos “cabelos”!risos... E daí podemos lembrar de Isaac, Alvino, Valverde, Adérito, e muitos outros...
Pena que o espaço escolar não existe mais! Conseguiram destruir aquela fortaleza que era o nosso Cesca, hoje só existe chão e parede! Mas posso registar que tudo que vivenciamos naquele lugar da Seliba as brincadeiras e trabalhos na casa de Rosana, Manuela e tia Safira jamais será apagados de nossa memória!
Saímos de lá com o gostinho de quero mais! Mas valeu a pena! Fica agora o nosso registro fotográfico...
E depois de dez anos, olhar para trás e ver o tanto que percorremos, o tanto que buscamos, que lutamos...Será que nossos sonhos e ideais foram alcançados? Para alguns ainda continuam na luta, para outros, muitos destes já foram alcançados mais ainda estão na busca de novos sonhos, mesmo porque não podemos parar.
E nesse “não parar”, no corre-corre da vida, de ir para faculdade-trabalho-faculdade, de alguns já terem passado pelo stress e corre-corre da graduação, de ter percorrido o caminho do mestrado e agora tentando alçar novas conquista, ou seja, de cada um trilhar seu lindo caminho, fomos nos separando.
Paramos e nos deparamos que “dez” anos se passaram. E agora o que fazer para rever, para relembrar, para dar boas gargalhadas? E foi justamente isso que fizemos no ultimo dia 07/07/07! Reencontramos a galera do terceiro ano de 1997 do Cesca (Centro de Educação Santana do Cabula). Aliás terceiro ano de 97 não! Terceiro ano da Rússia!!!
Como foi bom relembrar, ver nossas fotos, nossas caras de “meninos e meninas”. Nossos passeios de finais de semana e feriados (aqui vale registrar a ida em Arembepe na casa de Macaco – Leonardo). Ihh! Rimos e lembramos da trágica queda que alguns tiveram lá no quebra-mar... E aí batizamos que conhecemos toda Arembepe (do quebra mar as aldeias Hippies) E a moda? Naquela época tudo aquilo que usávamos era muito lindo! Hoje? Rimos e achávamos “ridículo”.
Tive a oportunidade de vislumbrar um tarde de magia! Foi muito bom encontrar cada um de vocês! De gargalhada em gargalhada, de conversa em conversa, de ver a curiosidade em saber o que o outro está fazendo, a tarde passou em um piscar de olhos, tão como se passou dez anos.
Podemos saber que daquele grupo apenas Fofa e Rosana tinham se casado, aliás faltou nosso querido Guaraná com suas histórias de tantos casamentos (risos...). E formados? Fofa, Daniel, Rosana, Emanuela (agora com o mestrado), Mirella, Daniel, Bruninho, Maria e tantos mais.... Na luta pela formação : Sule e Lenilda...
Ah! Não posso deixar de falar dos mestres. Do nosso querido Caribe! O tempo passou para vc também querido! Ao rever as fotos sentiu logo falta dos “cabelos”!risos... E daí podemos lembrar de Isaac, Alvino, Valverde, Adérito, e muitos outros...
Pena que o espaço escolar não existe mais! Conseguiram destruir aquela fortaleza que era o nosso Cesca, hoje só existe chão e parede! Mas posso registar que tudo que vivenciamos naquele lugar da Seliba as brincadeiras e trabalhos na casa de Rosana, Manuela e tia Safira jamais será apagados de nossa memória!
Saímos de lá com o gostinho de quero mais! Mas valeu a pena! Fica agora o nosso registro fotográfico...
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27 maio, 2007
Foi muito bom!!!
Quem disse que seria tão fácil??? Fácil sinceramente não foi!!! Más foi gratificante... Lutamos, corremos atrás, foram horas e horas, madrugadas e madrugadas trabalhando e no final a sensação que tive foi de "dever cumprido".
No primeiro dia , ver aquela agonia, para inscrições, ver a resposta dos estudantes da faculdade, ver os resultados que alcançamos, meu Deus!!!Sem falar nas oficinas... Lembro que nas outras edições da Semana de Software Livre, era um sufuco para colocar o auditório com pelo menos a metade de sua capacidade, as oficinas só faltavamos pegar o povo pelo braço!!!
Hoje vejo que toda a divulgação e não somente isso!!! A necessidade dos estudantes de conhecer levou a todo esse movimento que foi a III Semana de Software Livre da Faced.
Temos uma realidade vivenciada em nossa faculdade!Os laboratórios e os Tabuleiros Digitais funcionando em Software Livre, de uma certa forma também foram nosso carro chefe de divulgação. É a partir deles que surge a necessidade dos alunos de conhecer mais!!!!
Enfim... Queria aqui registar esses momentos de discussões: inclusão digital, software livre, cultura digital, politicas públicas, tabuleiros digitais, Irecê, MetaReciclagem, e muito mais...
Aqui estão algumas fotos do que foi a III SSL, depois escrevo mais sobre tudo...
abraços...
No primeiro dia , ver aquela agonia, para inscrições, ver a resposta dos estudantes da faculdade, ver os resultados que alcançamos, meu Deus!!!Sem falar nas oficinas... Lembro que nas outras edições da Semana de Software Livre, era um sufuco para colocar o auditório com pelo menos a metade de sua capacidade, as oficinas só faltavamos pegar o povo pelo braço!!!
Hoje vejo que toda a divulgação e não somente isso!!! A necessidade dos estudantes de conhecer levou a todo esse movimento que foi a III Semana de Software Livre da Faced.
Temos uma realidade vivenciada em nossa faculdade!Os laboratórios e os Tabuleiros Digitais funcionando em Software Livre, de uma certa forma também foram nosso carro chefe de divulgação. É a partir deles que surge a necessidade dos alunos de conhecer mais!!!!
Enfim... Queria aqui registar esses momentos de discussões: inclusão digital, software livre, cultura digital, politicas públicas, tabuleiros digitais, Irecê, MetaReciclagem, e muito mais...
Aqui estão algumas fotos do que foi a III SSL, depois escrevo mais sobre tudo...
abraços...
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13 maio, 2007
09 maio, 2007
Plano Nacional para a Educação
Texto escrito pelo Prof. Nelson Pretto, diretor da Faculdade de Educação/ UFBA. Esse texto foi publicado no jornal A Tarde de 08/05/2007. Gostei muito do que li, Nelson deixa claro os problemas apontados na educação!Ao meu ver, planos como esses, que parecem ser verdadeiras "varinhas de mágicas", não consegue resolver a essencia da problemática da Educação! Leiam, vale a pena!
Alarde na educação
Nelson Pretto - Diretor da Faculdade de Educação da UFBA - www.pretto.info
Quanto alarde! A partir do anúncio do governo federal de um plano nacional paraa educação no Brasil, a imprensa voltou a discutir exaustivamente a qualidadedo ensino brasileiro, principalmente por conta da criação do novo Índice deDesenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
A introdução desse novo índice, que articula diversos outros já existentes,possibilitará, é verdade, identificar as situações extremas de pouca qualidadeda educação nos municípios, sendo um importante passo, mas, convenhamos, não o fundamental.
Afinal de contas, qual a novidade que esse índice nos apresenta? Nenhuma! Não éde hoje que conhecemos a triste realidade educacional do País e da nossa Bahia,que aparece com um dos piores resultados, possuindo sete entre os 20 municípioscom pior ensino público de 1ª à 4ª série.
Recentemente, foram divulgados os resultados de uma pesquisa realizada peloInstituto Montenegro e a ONG Ação Educativa, repercutidos aqui em A TARDE,sobre o nível de alfabetização dos brasileiros, e estes já apontavam que aalfabetização integral só acontece no ensino médio, e assim mesmo apenas 56%dos que concluíram o ensino médio podem ser considerados conhecedores plenosdas letras, e menos de 50% possuem habilidade plena com os números.
Contudo, nem mesmo desses dados precisaríamos. Converse com os que estão ao seuredor, alunos do ensino médio da maioria das escolas, tanto públicas comoprivadas, e você mesmo verá o tal Ideb baixíssimo, mesmo não sendo umespecialista em estatística.Nossa juventude não sabe ler e contar, mas não sabe também pensar sobre ciência,cultura, estética, política, ética (ah! isso nem se fala, entretanto convenhamosque este não é problema particular da juventude!).
Outra pesquisa, desta vez com dados do IBGE e do Inep, divulgada no início desteano, aponta que do 1,7 milhão de jovens entre 15 e 17 anos que deveriam estar naescola, 40% não estavam porque acham “a escola chata”.
Faz-se muito alarde quando se constata uma realidade bem conhecida de todos nós,e bem pouco para a apresentação de soluções e projetos.
O lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação tem o mérito de tratar oconjunto do sistema educacional, da creche à pós-graduação, como um todo.
Mas, mesmo assim, precisamos olhar com mais atenção para essa problemática.Nós, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), não temosdúvida: só se encaminha a resolução dos problemas estruturais da educação setivermos coragem de afastar definitivamente a perspectiva mercadológica, ondetudo é comprado e vendido, com ênfase no sucesso e no consumo, emdetrimento devalores éticos, e a partir da qual a educação é reduzida a um processo fabrilde transmissão de conhecimento, afastada das ciências e das culturas.
Também não temos dúvida de que é fundamental o fortalecimento do professor, nãosó com a garantia de um significativo piso salarial. Concomitantemente, faz-seimperioso resgatar a dignidade e autonomia dos professores, para que voltemeles a ser, efetivamente, produtores e estimuladores de culturas e deconhecimentos, e não meros repassadores de informações.
As escolas, por sua vez, precisam ser fortalecidas como espaços de criação, comforte envolvimento da comunidade, com fortalecimento do papel protagonista decrianças, jovens e adolescentes.
Os currículos precisam ser repensados, a formação dos professores, desde ainicial até a continuada, necessita do intenso envolvimento das instituiçõespúblicas de ensino superior, que precisam, de igual forma, ser fortalecidas.
E tudo isso não é novidade. De há muito, nós educadores insistimos nisso. ABahia possui uma rede de instituições públicas espalhada pelo Estado que, sefortalecida, com recursos e infra-estrutura, pode estar articulada com osmunicípios na montagem e execução de um projeto revolucionário de formação decidadania.
Esse não é apenas um papel do MEC ou da Secretaria de Educação, deveria, sim,ser uma ação estratégica do governo como um todo e em conjunto com a sociedade,que, com independência e autonomia, exerceria permanente o seu papel defiscalizadora das ações dos governantes.
18 abril, 2007
Bienal do Livro em Salvador
O tapete vermelho estava lá estendido! Por todos os lados, da entrada a saída, em todos os corredores. Esperava quem? Aqueles que podem financiar o acesso e compra de bons livros!!!
Essa foi a minha impressão quanto a Bienal em Salvador.
A prefeitura de Salvador lançou no ano de 2007 o “ano municipal da leitura”, o governo do estado patrocina a Bienal do livro.E o que não é muita surpresa, para quem se propõe a visitar e conhecer as novidades quanto a lançamentos de livros tem que pagar o acesso. Fica evidente a falta de articulação entre governo e prefeitura.
Nesse contexto, se levarmos em consideração que volta e meia, encontramos pesquisas que mostram a falta de interesse por leitura, e que eventos como estes ao meu ver, tem a finalidade de incentivar esse interesse, podemos dizer que esse incentivo vai “pelo ralo”. Pois não são todos que tem condições de financiar o acesso a uma feira de livro. Nessa perspectiva é que associamos a leitura ao poder, e nesse caso o “poder financiar, poder ter acesso, poder desfrutar dessa cultura”.
Agora falando da bienal em si! Muita organização, disso não posso negar! Para a criançada historinhas a todos os gostos e preços ! Para o público jovem idem! Bons livros alguns muito caro, outros nem tanto!!!
Espaço para conversas, espaços reservados para debates. Em um desses espaços, tive a oportunidade de ouvir o Professor Nelson Pretto, conversando conosco na Arena Jovem.
U ponto interessante na fala de Pretto foi quando este levantou a questão d uso das tecnologias da comunicação e informação, nunca se leu e escreveu tanto. Ouvimos muito pais, professores, familiares dizendo: “aquele menino não sai da frente do computador! Não pára para ler um livro, não pára para estudar!” Nelson ressaltou: E quem disse que ali ele não esta lendo? Quem disse que ali ele não esta escrevendo?
É lógico que está! Imagine horas e horas em um orkut, em um MSN, em leituras e respostas de e-mail.E os blogs? E os fotologs? O que percebemos é que essa geração esta lendo muito, escrevendo mais ainda!
Claro que não podemos generalizar e dizer que isso são para todos. Ainda não! Porque ainda nos deparamos com os problemas de acesso, da exclusão da cultura digital. Nos deparamos também com índices alarmantes de analfabetismo funcional.
Porém, mesmo com todas essas questões, temos que pensar que para essa geração, os tempos mudaram, que como ressalta o professor Nelson, essa é a geração “Alt+tab”. Faz-se tudo ao mesmo tempo, tem essa dinâmica de estar ali, acolá, e concentrados, e conectados...
Um outro ponto que sempre ouvimos, quando falamos das tecnologias é que futuramente não existirá mais livros, não existirá mais bienal, etc e tal. Eu particularmente não acredito nisso!Não entendo essa lógica de substituição: de substituir o computador pelo livro. Precisamos ler, escrever, pesquisar com as tecnologias? Claro que sim! Más também precisamos do impresso. Acredito sim, em um auxiliando o outro, e não um substituindo o outro.
Enfim, alguns outros pontos foram levantados nessa conversa maravilhosa! Quem não pode “pagar”, posso dizer que perdeu! Más foi sugerido na próxima bienal, se ter uma transmissão dessas conversas. E aí quem sabe, entra em cena nossa Radio Faced? Pelo menos já foi disponibilizada por Nelson.
Depois fomos, conhecer a Bienal, rodar, rodar e rodar...Ah! E registrar tudo também! E aí estão nossos registros fotográficos...
Essa foi a minha impressão quanto a Bienal em Salvador.
A prefeitura de Salvador lançou no ano de 2007 o “ano municipal da leitura”, o governo do estado patrocina a Bienal do livro.E o que não é muita surpresa, para quem se propõe a visitar e conhecer as novidades quanto a lançamentos de livros tem que pagar o acesso. Fica evidente a falta de articulação entre governo e prefeitura.
Nesse contexto, se levarmos em consideração que volta e meia, encontramos pesquisas que mostram a falta de interesse por leitura, e que eventos como estes ao meu ver, tem a finalidade de incentivar esse interesse, podemos dizer que esse incentivo vai “pelo ralo”. Pois não são todos que tem condições de financiar o acesso a uma feira de livro. Nessa perspectiva é que associamos a leitura ao poder, e nesse caso o “poder financiar, poder ter acesso, poder desfrutar dessa cultura”.
Agora falando da bienal em si! Muita organização, disso não posso negar! Para a criançada historinhas a todos os gostos e preços ! Para o público jovem idem! Bons livros alguns muito caro, outros nem tanto!!!
Espaço para conversas, espaços reservados para debates. Em um desses espaços, tive a oportunidade de ouvir o Professor Nelson Pretto, conversando conosco na Arena Jovem.
U ponto interessante na fala de Pretto foi quando este levantou a questão d uso das tecnologias da comunicação e informação, nunca se leu e escreveu tanto. Ouvimos muito pais, professores, familiares dizendo: “aquele menino não sai da frente do computador! Não pára para ler um livro, não pára para estudar!” Nelson ressaltou: E quem disse que ali ele não esta lendo? Quem disse que ali ele não esta escrevendo?
É lógico que está! Imagine horas e horas em um orkut, em um MSN, em leituras e respostas de e-mail.E os blogs? E os fotologs? O que percebemos é que essa geração esta lendo muito, escrevendo mais ainda!
Claro que não podemos generalizar e dizer que isso são para todos. Ainda não! Porque ainda nos deparamos com os problemas de acesso, da exclusão da cultura digital. Nos deparamos também com índices alarmantes de analfabetismo funcional.
Porém, mesmo com todas essas questões, temos que pensar que para essa geração, os tempos mudaram, que como ressalta o professor Nelson, essa é a geração “Alt+tab”. Faz-se tudo ao mesmo tempo, tem essa dinâmica de estar ali, acolá, e concentrados, e conectados...
Um outro ponto que sempre ouvimos, quando falamos das tecnologias é que futuramente não existirá mais livros, não existirá mais bienal, etc e tal. Eu particularmente não acredito nisso!Não entendo essa lógica de substituição: de substituir o computador pelo livro. Precisamos ler, escrever, pesquisar com as tecnologias? Claro que sim! Más também precisamos do impresso. Acredito sim, em um auxiliando o outro, e não um substituindo o outro.
Enfim, alguns outros pontos foram levantados nessa conversa maravilhosa! Quem não pode “pagar”, posso dizer que perdeu! Más foi sugerido na próxima bienal, se ter uma transmissão dessas conversas. E aí quem sabe, entra em cena nossa Radio Faced? Pelo menos já foi disponibilizada por Nelson.
Depois fomos, conhecer a Bienal, rodar, rodar e rodar...Ah! E registrar tudo também! E aí estão nossos registros fotográficos...
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