06 abril, 2007

Seminário: Tv pública - Gestão e tecnologia

Quem disse que nesses seminários também não nos divertimos? Divertimos e muito!!! Momentos para relembrar!!!





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A palhaçada do milésimo gol



Todos que me conhecem sabem que sou uma eterna apaixonada por futebol!!! Principalmente quando estou falando do São Paulo Futebol Clube. Mas dessa vez, não vou falar do meu time do coração, e sim, deixar aqui registrada minha indignação quanto essa "palhaçada", que virou essa história de milésimo gol.A Rede Globo resolveu patrocinar esse momento, que "eles" consideram histórico. Não posso deixar de salientar, que Romário é um craque. Nem tão pouco deixar de registrar seus grandes feitos pelo futebol e pelos clubes em que o baixinho passou. Porém, fazer esse "ôba, ôba", proporcionou que Vasco, esquecesse que o Clube Vasco da Gama, não se resume a um único jogador.Nesse contexto, encontramos um estádio lotado para assistir (Vasco x Flamengo), e a essência de se ter um clássico carioca cai por terra, ningúem comenta mais sobre a péssima atuação do Flamengo. Ninguém comemora o 3 x 0 que o Vasco aplicou no Flamengo. Tudo e todos estão em prol do milésimo gol. E a bagunça, a curtição, as pirraças quando se ganha um clássico parece não mais existir!Ainda por cima dizem que são comentaristas e jornalista de esporte. Lamento, mais isso era só o que me faltava! Antes colocar “eu”, mera estudante de Pedagogia, mais apaixonada por futebol, para mostrar o que é fazer uma matéria jornalistica de um clássico regional.Se tudo acabasse por aí! Que nada! O ôba, ôba sai do fascínio das grandes redes de televisão e passa a ser incorporado pelos jogadores do Vasco. Esquecem a essência, o jogo, o campeonato.E deixa uma torcida calada, ao perder a vaga na Copa do Brasil, com um gol aos 48 minutos do segundo tempo. Mas porque? Porque o jogo tinha nove jogadores, correndo não para fazer gol, marcar, comemorar. E sim tinha nove jogadores correndo para que o “baixinho” fizesse a festa dele! E nessa festa não saiu, o que vi foi mais uma vez o futebol carioca sendo despresado, ou reduzido a um único jogador.São essas coisas que me revolta, eu não torço pelo Vasco, más torço pelo Futebol Brasileiro, que não venha perder sua essência, já que querendo sim ou não, já virou um grande posto comercial de jogadores.Mas daí virar propaganda barata de um único jogador, já é demais para minha cabeça de loira!!!!Vamos ver até onde vai esse ôba, ôba. Só espero que não façam o mesmo com meu São Paulo, rejeito e despreso esse tipo de propaganda barata. O São Paulo não precisa disso, assim como acredito que o Time Vasco da Gama, também não.Enfim,...Tomara que esse miléssimo gol, seja um sonho baixinho!

Páscoa


04 abril, 2007

Dicas de Sobrevivência na Internet para Pais e Professores




Uma amiga minha, descobriu esse site, com essas dicas de sobrevivência na internet. Achei muito interessante, educativo. Rápido e objetivo na proposta...


Vejam! Confiram comigo...

1. Fique atento e participe. É nossa obrigação ensinar os jovens a usar a Internet — e todos os outros meios de comunicação — com segurança e responsabilidade. Da mesma forma que os ensinamos a se alimentar corretamente e a dirigir com segurança, devemos ensiná-los como agir com segurança, responsabilidade e respeito na Internet.

2. Faça a sua parte. Verifique os sites, analise as classificações, explore as ferramentas de segurança e privacidade e os recursos de controle para pais. Não se deixe intimidar pela Internet.

3. Converse com seus filhos ou alunos. Questione -os sobre o que estão fazendo na Internet e quem são seus amigos.

4. Fale sobre segurança. Certifique-se que eles sabem como evitar riscos. Instrua-os para nunca anunciar festas, divulgar informações pessoais ou marcar encontros com estranhos.

5. Defina regras. Estabeleça limites de hora e local, e códigos de conduta. Se tiver crianças pequenas que usam a Internet, tente manter os computadores com acesso à Internet em um cômodo central de sua casa.

6. Reporte atividades suspeitas ao seu provedor de serviços de Internet. Se a atividade suspeita for no orkut, reporte-a usando a ferramenta de denúncia de abuso.

7. Ensine os jovens a analisarem as informações on-line com uma visão crítica. Nem tudo que aparece na web é verdadeiro. Ensine-os a utilizar as informações da Internet com inteligência.

8. Use o senso crítico para os seus próprios hábitos na Internet. Os jovens seguem o nosso modelo. Se não quer que seu filho ou aluno faça o mesmo que você está fazendo na Internet, você deve pensar duas vezes sobre os seus próprios hábitos.

9. Abrace a causa deles. Faça download de músicas, envie mensagens instantâneas, jogue games on-line e visite o orkut. Não só eles acharão o máximo, mas você saberá do que se trata e como lidar com isso!

10. Lembre-se de que a Internet veio para ficar. É sua função ajudar nossas crianças a ficarem espertass e seguras ao utilizar a Internet.

14 março, 2007

III Semana de Software livre da Faced

Olá a todos!
É com prazer que convidamos para participarem da III Semana de Software Livre da Faced, que acontecerá em conjunto com a I Semana de Software Livre de Irecê, com apoio do cnpq.
Estes eventos visam criar espaços para reflexão, discussão e vivências sobre Software Livre, Inclusão Digital e Formação de Professores. Neles vc terá espaço para participar, interagir, apresentar trabalhos.

01 fevereiro, 2007

Tv digital: Novas mídias para a Educação

No mês de novembro/2006 tive a oportunidade de participar do IV encontro regional ABED de Educação a Distância, nesse evento o Prof Nelson Pretto (Diretor da Faculdade de Educação/UFBA) em sua fala trouxe algumas reflexões acerca da tv digital articulada a educação. Este ressalta nesse contexto as questões relacionadas a “rede”, e coloca que o que percebemos é que a rede é vista como pólo de distribuição.
Associando a rede com a Tv digital, passamos a pensar as novas mídias como novas possibilidades para a educação. E isso ocorre devido à insatisfação do atual modelo de educação!
Temos, portanto, que considerar as mudanças vistas principalmente por parte do professor. E por que destacar o ponto de vista do professor? Primeiro porque este professor é visto como referência, segundo porque este professor passa de uma forma ou de outra, a lidar com a presença dessas tecnologias na educação. O grande problema, por assim dizer, é que essas tecnologias são vista numa perspectiva tecnocrática e não numa perspectiva de potencialidades para a educação. Ou seja, essa tecnologia se institui como única forma de se ensinar, e daí continuam a lógica emissor-receptor.
Pois as concepções curriculares continuam centradas na velha lógica de grades curriculares, e isso para alguns educadores é motivo de incomodo. Porém, não podemos deixar também de ressaltar, que do ponto de vista tecnológico encontramos um grande avanço numa perspectiva todos-todos, o x da questão é saber se no ponto de vista educacional existe a apropriação dessa perspectiva, e se existe uma preocupação de incorporar todos como autores, produtores e não apenas consumidores numa lógica hegemônica.
Nelson em sua fala também destacou a questão do “trabalho com imagem”, e ressalta que a imagem também é um conteúdo e não apenas parte do processo. Felipe Serpa, nesse sentido traz a idéia de cooperação e as tecnologias como potencialidades pedagógicas, como potencialidades estruturantes, e essas possibilidades trazem outras novas perspectivas para o campo educacional.
Um outro ponto a destacar quando falamos em tv digital, temos também que pensar na possibilidade de superar a tal “brecha digital”. A tv digital nesse sentido seria uma possibilidade fenomenal de Inclusão sócio-digital. E quando trazemos a questão da implantação da Tv digital isso não é nenhuma novidade! Já que desde da década de 90 que existe estudos para a implantação da tv digital no Brasil, para a escolha do modelo a ser adotado. Em 2003, com o governo de Lula, quanto à área de comunicação, foi realizado um decreto radical em que muda-se essa perspectiva, pois as discussões agora é saber “o que queremos com a tv digital”
Na verdade, sabemos que a tv digital pode constituir grandes possibilidades de inclusão sócio digital, porém, se quisermos continuar com a lógica de ser apenas consumidores teremos algo do tipo “You Tube”. A grande questão é colocar essa meninada para produzir, produzir conhecimento e isso articulado a educação, ou seja, articular educação e cultura.