12 agosto, 2006

Retrospectiva

A minha aproximação pelo blog, iniciou quando fui incentivada a escrever nesse ambiente virtual, na faculdade...Construi um blog diante das minhas reflexões de cada momento presenciado na aula, das discussões, dos questionamentos,de minhas participações me seminários ligados ao tema, enfim, tudo, tudo e tudo.. No ano de 2005, quando estava cursando o quarto semestre de Pedagogia da UFBA, cursei a disciplina educação e tecnologia contemporânea, por meio desta encontrei um referencial para minha vida acadêmica. Então, aquilo que já era de uma certa forma já presente na minha vida “tecnologia”,e que eu também já tinha um fascinio, passou a ser mais crescente, porém agora, com outra visão, ou seja, mais participativa, criativa, interativa, colaborativa e menos consumista... Agora estou trabalhando numa pesquisa (iniciação cientifica) em que nesse inicio estou lendo, estudando, pesquisando, refletindo acerca de um complexo discurso que é a “Inclusão Digital”. E porque eu digo que é complexo? Porque ao que vemos e ouvimos, é que simplificam muito a Inclusão Digital, na medida que encontramos vários discursos de que para o indivíduo estar incluído basta oferecer acesso as novas tecnologias da comunicação e informação (visão tecnocrática) ou então oferecer algumas horas de “cursos aligeirados”, com o objetivo de treinar, adaptar, para que esse indivíduo possa exercer uma mecanização eficaz em seu ambiente de trabalho, ou até mesmo que possa através desses cursos ter algumas chances de oportunidade de emprego. André Lemos diz que na nossa sociedade, a inclusão ainda é uma meta e uma utopia para os campos sociais (saúde, moradia, saneamento, etc). Então, pensemos: se diante de tantos anos de história que tem nosso país, a inclusão social ainda não foi alcançada, como querer aceitar essa Inclusão digital de forma tão simplista? Essa inclusão da forma que é discutida pelos nossos governantes (quando isso ocorre é claro!) e da forma que querem implementar estaria atendendo a quais interesses? Do indivíduo (cidadão) ou das grandes empresas que querem cada vez mais enriquecer? Enfim...são vários os questionamentos que me faço, na medida que vou lendo, pesquisando, sobre esse tema..Sei que minhas idéias ainda estão muito verde, que precisa ser mais amadurecida...Por isso que tô correndo atrás...lendo, lendo e lendo...


"Uma flor no jardim de um grande Deus"



Um comentário:

Jojó Gouveia disse...

Xuly ne suas muitas reflexões... É in teressante ser estimulada pelas suas reflexões, tanto lá nos meus coments quanto aqui no seu bloguin... Pra começar, é verdade amiga, eu estive analisando qua talvez cobrasse muito ou larmasse muito a necessidade de "ser comentada" quando não via a mesma necessidade nos meus colegas. Graças a reflexão que me proporcionou ( não do modo mais meigo.. kkkkk) passo a comentar nois blogs dos meus colegas e a TROCAR nesse espaço cibernético. Ora, preciso fazer valer seu grande objetivo né!!!! rsrs
E aqui, lendo as suas reflexões sobre o modo como tem agido e reagido aos estudos nessa área que tanto te apaixona, começo a pensar também que querer é poder! Tanto poder para conhecer o assunto quanto poder para se inserir ativamente nos espaços. Buscar ser um crítico-ativo, sabe... Entaum, espero te encontrar e te visitar nesses espaço aqui tb
Vc é uma beeeeeeeeenção!!
beijoss miga
miga Jojó